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        <dc:title>Banco de Dados Terminológicos do SEM: Brasil</dc:title>
        <dc:creator>Mercosur GT-Terminologia</dc:creator>
                <dc:language>pt</dc:language>
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            <skos:Concept rdf:about="https://vocabularios.educacion.gob.ar/admin/brasil/termino/621/share/skos">
            <skos:prefLabel xml:lang="pt">INTERCÂMBIO (Escolas de Fronteira)</skos:prefLabel>

            
            
                                <skos:scopeNote xml:lang="pt">Troca mútua de professores ou estudantes pertencentes às escolas-espelho, escolas localizadas em cidades gêmeas internacionais, com o objetivo de exercitar a cooperação interfronteiriça. O intercâmbio docente acontece por meio da disponibilização do quadro de professores das escolas, de ambos os países, pois as escolas atuam em conjunto formando uma unidade operacional visando à construção da educação bilíngue e intercultural.</skos:scopeNote>
                                    <skos:historyNote xml:lang="pt">Na Argentina e no Brasil, países que fomentam o intercâmbio, por meio das escolas-espelho, instituíram e tornou-se bastante usual o termo “cruce”, por parte dos professores, coordenadores e comunidade em geral. O termo originalmente significa o ato de cruzar o limite político entre os dois países, com seus específicos rituais na aduana. De outra maneira, o termo passou a significar o próprio programa de intercâmbio de professores, bem como, as aulas ensinadas na escola do país vizinho. Por fim, os professores são classificados nas escolas como aqueles que fazem e os que não fazem o “cruce”. Por outro lado, é reconhecida a dificuldade desse movimento em relação aos estudantes devido à falta de documentação para a ação de cruzar a fronteira, bem como, pela falta de autorização e acompanhamento dos pais. Tal situação prejudica o intercâmbio dos estudantes o qual só pode ocorrer em situação de igualdade de trânsito.</skos:historyNote>
                                    <skos:note xml:lang="pt">Definição e notas elaboradas pela Rede de Especialistas da Gestão Terminológica do Inep com base nas seguintes referências:

ALBUQUERQUE, José Lindomar C.; SOUZA, Flávia Alves de. Escolas de Fronteira: percebendo diferenças, construindo pontes. 29ª Reunião Brasileira de Antropologia. Natal-RN, 03 a 06 de agosto de 2014. Disponível em: https://www.29rba.abant.org.br/resources/anais/1/1401551579_ARQUIVO_EscolasdeFronteiraconstruindopontes1.pdf. Acesso em: 15 jan. 2024.

ARGENTINA. Ministerio de Educación, Ciencia y Tecnología; BRASIL. Ministério da Educação. Programa Escolas Bilíngües de Fronteira (PEBF). Documento Preliminar. Buenos Aires e Brasília, 2008. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Escolafronteiras/doc_final.pdf. Acesso em: 15 jan. 2024.

BERGER, Isis Ribeiro. Gestão do multi/plurilinguismo em escolas brasileiras na fronteira Brasil - Paraguai: um olhar a partir do Observatório da Educação na Fronteira. 2015. Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Linguística, Florianópolis, 2015. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/133000. Acesso em: 15 jan. 2024.

BUENO, Mara Lucineia Marques Correa; SOUZA, Kellcia Rezende. Programa Escolas Interculturais de Fronteira e a realidade Brasil/Paraguai: uma política de integração regional para a fronteira. Jornal de Políticas Educacionais, Curitiba , v. 15, 2021 . Disponível em http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-19692021000100121&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 16 jan. 2024.</skos:note>
                
            
            
            
            
            
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