{"@context":{"skos":"http:\/\/www.w3.org\/2004\/02\/skos\/core#","dct":"http:\/\/purl.org\/dc\/terms\/","uri":"@id","type":"@type","lang":"@language","value":"@value","prefLabel":"skos:prefLabel","inScheme":"skos:inScheme","broader":"skos:broader","narrower":"skos:narrower","related":"skos:related","exactMatch":"skos:exactMatch"},"uri":"https:\/\/vocabularios.educacion.gob.ar\/admin\/brasil\/termino\/50\/share\/skos","type":"skos:Concept","prefLabel":{"lang":"pt","value":"CURR\u00cdCULO OCULTO"},"inScheme":{"uri":"https:\/\/vocabularios.educacion.gob.ar\/admin\/brasil\/"},"dct:created":{"type":"http:\/\/www.w3.org\/2001\/XMLSchema#dateTime","value":"2011-03-22 15:07:58"},"dct:modified":{"type":"http:\/\/www.w3.org\/2001\/XMLSchema#dateTime","value":"2015-11-09 16:01:42"},"skos:scopeNote":[{"lang":"pt","value":"Conceito central na teoria curricular cr\u00edtica, pode ser entendido como o conjunto dos efeitos alcan\u00e7ados no processo educativo, mas que n\u00e3o est\u00e3o explicitamente definidos no curr\u00edculo oficial ou formal. Por n\u00e3o ser claramente percebido pelos atores envolvidos no cotidiano escolar, o curr\u00edculo oculto esconde ou mascara as rela\u00e7\u00f5es de poder que est\u00e3o na base das supostas decis\u00f5es t\u00e9cnicas que visam \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os e tempos que envolvem o processo de ensino-aprendizagem. Atrav\u00e9s de pr\u00e1ticas, rela\u00e7\u00f5es hier\u00e1rquicas, normas, regulamentos e de mensagens impl\u00edcitas nos discursos que fazem parte da rotina das institui\u00e7\u00f5es educativas, os estudantes assimilam atitudes, valores e comportamentos de ajuste \u00e0s estruturas e pautas de funcionamento da sociedade vigente."}],"skos:historyNote":[{"lang":"pt","value":"\"[...] (Michael) Apple reformula o conceito oculto, definido por Philip Jackson, nos anos 1960, para dar conta das rela\u00e7\u00f5es de poder que permeiam o curr\u00edculo. Defende que subjaz ao curr\u00edculo formal, e ao que acontece na escola, um curr\u00edculo oculto, em que se escondem as rela\u00e7\u00f5es de poder que est\u00e3o na base das supostas escolhas curriculares, sejam elas sem rela\u00e7\u00e3o ao conhecimento [...], sejam no que diz respeito aos procedimentos que cotidianamente s\u00e3o refor\u00e7ados pelas a\u00e7\u00f5es curriculares\"."}],"skos:note":[{"lang":"pt","value":"Defini\u00e7\u00e3o elaborada pela Rede de Especialistas do Inep com base nas seguintes refer\u00eancias:\n\nMACEDO, Elizabeth; LOPES, Alice Casimiro. Teorias de Curr\u00edculo. S\u00e3o Paulo: Editora Cortez, 2011.\n\nMOREIRA, Antonio Flavio Barbosa; CANDAU, Vera Maria. Curr\u00edculo, conhecimento e cultura. Bras\u00edlia: Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, 2007. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/portal.mec.gov.br\/seb\/arquivos\/pdf\/Ensfund\/indag3.pdf>. Acesso em: 6 ago. 2015.\n\nMOREIRA, Antonio Flavio Barbosa; SILVA, Tomaz Tadeu. Sociologia e teoria cr\u00edtica do curr\u00edculo: uma introdu\u00e7\u00e3o. In: MOREIRA, Ant\u00f4nio Fl\u00e1vio Barbosa; SILVA, Tomaz Tadeu. (Orgs.). Curr\u00edculo, cultura e sociedade. 5 ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2001.\n\nSILVA, Tomaz Tadeu. Documentos de identidade: uma introdu\u00e7\u00e3o \u00e0s teorias do curr\u00edculo. 3 ed. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2010.\n\nRefer\u00eancia da nota hist\u00f3rica: MACEDO, Elizabeth; LOPES, Alice Casimiro. Teorias de Curr\u00edculo. S\u00e3o Paulo: Editora Cortez, 2011. p. 31-32."}]}