{"tema_id":"46","string":"CURR\u00cdCULO ABERTO","created":"2011-03-22 15:07:58","code":null,"modified":"2016-01-08 16:22:30","notes":[{"@type":"nota de alcance","@lang":"pt","@value":"Concep\u00e7\u00e3o descentralizadora que permite a iniciativa do professor ou equipe de professores de uma escola na defini\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o dos objetivos, conte\u00fados, materiais did\u00e1ticos e m\u00e9todos que ir\u00e3o utilizar em sua pr\u00e1tica pedag\u00f3gica. Pressup\u00f5e uma concep\u00e7\u00e3o diferente de professor, considerado como agente do curr\u00edculo e n\u00e3o mero consumidor de um curr\u00edculo prescrito. Permite que o projeto curricular seja desenvolvido com maior autonomia da escola, respeito \u00e0 experi\u00eancia pedag\u00f3gica e ao profissionalismo dos professores e de acordo com as caracter\u00edsticas e necessidades dos alunos e do contexto educativo espec\u00edfico."},{"@type":"nota hist\u00f3rica","@lang":"pt","@value":"O conceito de \"curr\u00edculo aberto\" tem C\u00e9sar Coll como sua principal refer\u00eancia. Este autor o apresenta em oposi\u00e7\u00e3o ao conceito de \"curr\u00edculo fechado\". Por sua vez, Coll (2000, p. 63-64) parte sua defini\u00e7\u00e3o para estes conceitos da descri\u00e7\u00e3o de Wickens para sistemas educacionais, explicando este v\u00ednculo da seguinte forma: \"A descri\u00e7\u00e3o de Wickens (1974) dos sistemas educacionais t\u00edpicos de ambas as naturezas, embora a nosso ver excessivamente esquem\u00e1tica e caricatural, pode ajudar-nos a ressaltar duas maneiras de entender o que \u00e9 o curr\u00edculo\" (COLL, 2000, p. 61)."},{"@type":"nota bibliogr\u00e1fica","@lang":"pt","@value":"Defini\u00e7\u00e3o elaborada pela Rede de Especialistas do Inep com base nas seguintes refer\u00eancias:\n\nCOLL, C\u00e9sar. Psicologia e curr\u00edculo: uma aproxima\u00e7\u00e3o psicopedag\u00f3gica \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo escolar. 5 ed. 2. reimp. S\u00e3o Paulo: Editora \u00c1tica, 2000.\n\nGASPAR, Maria Susel Pereira. Perspectivas de professoras do 1\u00ba Ciclo do Ensino B\u00e1sico sobre o curr\u00edculo. Universidade do Algarve, Faro (Portugal), 2003.\n\nLINHARES, M\u00f4nica Tereza Mansur. Educa\u00e7\u00e3o, curr\u00edculo e diretrizes curriculares no Curso de Direito: um estudo de caso. S\u00e3o Paulo: Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo \u2013 PUC\/SP, 2009.\n\nRAI\u00c7A, Darcy; ELIAS, Marisa Del Cioppo. Adapta\u00e7\u00f5es curriculares para a inclus\u00e3o de deficientes intelectuais na rede regular de ensino. In: MOREIRA, Ant\u00f4nio Flavio Barbosa; PACHECO, Jos\u00e9 Augusto et al (Orgs.). Curr\u00edculo na contemporaneidade: internacionaliza\u00e7\u00e3o e contextos locais. Atas do XI Col\u00f3quio sobre Quest\u00f5es Curriculares \/ VII Col\u00f3quio Luso-Brasileiro de Quest\u00f5es Curriculares \/ I Col\u00f3quio Luso-Afro-Brasileiro sobre Quest\u00f5es Curriculares. Braga (Portugal), 2014. p. 2764-2768. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/repositorium.sdum.uminho.pt\/bitstream\/1822\/30984\/4\/ACTAS_CURRICULUM_CONTEMPORANEIDADE.pdf>. Acesso em: 23 nov. 2015.\n\nRefer\u00eancia da nota hist\u00f3rica: COLL, C\u00e9sar. Psicologia e curr\u00edculo: uma aproxima\u00e7\u00e3o psicopedag\u00f3gica \u00e0 elabora\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo escolar. 5 ed. 2. reimp. S\u00e3o Paulo: Editora \u00c1tica, 2000."}]}