{"tema_id":"182","string":"PROGRESS\u00c3O CONTINUADA","created":"2011-03-22 15:07:58","code":null,"modified":"2016-08-01 15:52:43","notes":[{"@type":"nota de alcance","@lang":"pt","@value":"Regime de organiza\u00e7\u00e3o de ensino que assume, como concep\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica, que o desenvolvimento dos educandos ocorre em ritmos distintos e a partir de processos de aprendizagens diversificados e que a avalia\u00e7\u00e3o deve ser formativa, para garantir que os estudantes possam avan\u00e7ar em seu percurso escolar, em determinado ciclo, s\u00e9rie ou per\u00edodo letivo, sem as interrup\u00e7\u00f5es decorrentes da tradicional repet\u00eancia, baseada na avalia\u00e7\u00e3o classificat\u00f3ria. No Brasil, a progress\u00e3o continuada tem sido adotada como parte de uma pol\u00edtica, no contexto da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, que visa tanto \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da repet\u00eancia e da evas\u00e3o quanto \u00e0 corre\u00e7\u00e3o do fluxo escolar, no ensino fundamental."},{"@type":"nota hist\u00f3rica","@lang":"pt","@value":"Embora o termo promo\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica ocorra como sin\u00f4nimo de progress\u00e3o continuada em parte da bibliografia consultada (LEITE, 1959\/1999; MAINARDES, 1998), outra parte dos estudos e as diretrizes educacionais vigentes enfatizam que os dois termos n\u00e3o s\u00e3o equivalentes, pois eles encerram concep\u00e7\u00f5es distintas sobre o processo de ensino-aprendizagem dos educandos e sua progress\u00e3o em um ciclo, s\u00e9rie ou per\u00edodo letivo (BOAS; PEREIRA; OLIVEIRA, 2012; BRASIL, 2013)."},{"@type":"nota bibliogr\u00e1fica","@lang":"pt","@value":"Defini\u00e7\u00e3o elaborada pela Equipe Cibec e pela Rede de Especialistas do Inep, nota elaborada pela Equipe Cibec com base nas seguintes refer\u00eancias:\n\nBARRETO, Elba Siqueira de S\u00e1; SOUSA, Sandra Z\u00e1kia. Estudos sobre ciclos e progress\u00e3o escolar no Brasil: uma revis\u00e3o. Educa\u00e7\u00e3o e Pesquisa, S\u00e3o Paulo, v. 30, n. 1, p. 11-30, 2004. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022004000100003>. Acesso em: 4 maio 2016.\n\n______; MITRULIS, Eleny. Trajet\u00f3ria e desafios dos ciclos escolares no pa\u00eds. Estudos Avan\u00e7ados, S\u00e3o Paulo, v. 15, n. 42, p. 103-140, maio\/ago. 2001. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/www.revistas.usp.br\/eav\/article\/view\/9795\/11367>. Acesso em: 4 maio 2016.\n\nBOAS, Benigna Maria de Freitas Villas; PEREIRA, Maria Susley; OLIVEIRA, Rose Meire da Silva e. Progress\u00e3o continuada: equ\u00edvocos e possibilidades. Polyphon\u00eda, Goi\u00e2nia, v.23, n. 1, jan.\/jul. 2012. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/www.revistas.ufg.br\/index.php\/sv\/article\/view\/26692\/15287>. Acesso em: 13 maio 2015.\n\nBRASIL. Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica. Bras\u00edlia: MEC;SEB;DICEI, 2013. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/portal.mec.gov.br\/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15548-d-c-n-educacao-basica-nova-pdf&category_slug=abril-2014-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 28 jul. 2015.\n\n______. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educa\u00e7\u00e3o nacional. [Di\u00e1rio Oficial da Rep\u00fablica Federativa do Brasil], Bras\u00edlia, DF, 23 dez. 1996. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l9394.htm>. Acesso em: 28 jul. 2015.\n\nFREITAS, Luiz Carlos de. Ciclos ou s\u00e9ries? O que muda quando se altera a forma de organizar os tempos-espa\u00e7os da escola? In: Reuni\u00e3o Anual da ANPED, 27, 2004. Caxambu-MG. Anais eletr\u00f4nicos, Caxambu, 2004. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/27reuniao.anped.org.br\/diversos\/te_luiz_carlos_freitas.pdf>. Acesso em: 29 set. 2015.\n\n______. Ciclos, seria\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o: confronto de l\u00f3gicas. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2003.\n\nLEITE, Dante Moreira. Promo\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica e adequa\u00e7\u00e3o do curr\u00edculo ao desenvolvimento do aluno. Pesquisa e Planejamento, S\u00e3o Paulo, v. 3, n. 3, jul., 1959. Republicado pela Revista de Estudos de Avalia\u00e7\u00e3o Educacional, S\u00e3o Paulo: Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas, n. 10, jan.\/jun. 1999. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/www.fcc.org.br\/pesquisa\/publicacoes\/eae\/arquivos\/1169\/1169.pdf>. Acesso em: 4 maio 2016.\n\nMAINARDES, Jefferson. A escola em ciclos: fundamentos e debates. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2009.\n\n______. A promo\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica em quest\u00e3o: argumentos, implica\u00e7\u00f5es e possibilidades. Revista Brasileira de Estudos Pedag\u00f3gicos, Bras\u00edlia, v. 79, n. 192, p. 16-29, maio\/ago. 1998. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/rbep.inep.gov.br\/index.php\/rbep\/article\/view\/1029\/1003>. Acesso em: 5 maio 2016.\n\n______. Organiza\u00e7\u00e3o da escolaridade em ciclos no Brasil: revis\u00e3o da literatura e perspectivas para a pesquisa. Educa\u00e7\u00e3o e Pesquisa, S\u00e3o Paulo, v. 32, n. 1, p. 11-30, jan.\/abr. 2006. Dispon\u00edvel em: <http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/ep\/v32n1\/a02v32n1.pdf>. Acesso em: 26 abr. 2016.\n\nPARO, Vitor Henrique. Reprova\u00e7\u00e3o escolar: renuncia \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Xam\u00e3, 2001."}]}